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Filme de 1997 mostra AI alterada por vírus
Assistindo tv num domingo sem canal fechado é muito cruel. Mais cruel ainda é sem um computador por perto. Eis que passando pelo canal da ulbra tv, estava dando um filme que assisti a 10 anos, N.I.R.V.A.N.A.
O roteiro conta a história de Jimi, um designer de games de sucesso que descobre que um vírus deu vida a Solo, personagem principal de seu jogo. A partir daí, Jimi busca ajuda para deletar seu jogo antes que ele seja lançado e para encontrar sua namorada Lisa.
Neste filme o personagem virtual, preso dentro de um jogo eletrônico, se encontra num “laço no tempo”. Cada vez que é morto no jogo, ele volta ao começo mas sempre com a memória do que ocorreu antes.
O filme mostrar idéias ultrapassadas, mas a forma de uma inteligência artificial criada para o jogo se torna viva apartir de um vírus é muito interessante e a única do filme.
E AINDA LENDO O LIVRO.
Abraço,
Ederson Melo
Add comment Julho 21, 2008
Máquinas poderiam defender cidades?
A máquinas poderiam defender cidades? Depende de qual mãos estará o poder de escolha. Se formos pensar em dinheiro ou simplesmente no que interessa, salvar.
Pensei então em segurança pública. Guarda armada por máquinas com armas não letais, choques por exemplo, seria o suficiente para imobilizar e não matar.
Redução de erros em 98% das ações. Perto de hoje em dia que temos 98% de erros, estariamos invertendo o placar. Máquinas para entrar no primeiro confronto, em que prisões poderiam ser efetuadas por policiais comuns. Máquinas sem a tentação do dinheiro, do jeitinho, do deixa pra lá.
Bom uma mudança assim também deveria ser feita na mente de todos, porque reagir não seria agradável.
Se você se familiarizou com o célebre filme robocop, você está certo, mas a diferença e manter o controle em um cérebro, incapaz de ser corrompido. Diferente do que ocorria no filme, por parte da OCP (Omni Produtos de Consumo).
Seria um bom começou. Máquinas dando combate corporal, sem matar ninquém, após as ações com os suspeitos já controlados e “vivos“, chegam os policias e recolhem os detidos. Neste meio tempo o cérebro central já recebeu as imagens e as fichas dos detidos e já efetuou a passagem ao judiciário, que por sua vez já enviou para a delegacia a autorização de prisão para todos, por fins diversos. As máquinas acompanham os policiais até a cadeia para que nada de errado aconteça.
Ação 100% perfeita. Claro isso num mundinho romântico e perfeito que criei. Na prática precisamos de alguns vários anos para esta realidade.
Abraço,
Ederson Melo
Add comment Julho 14, 2008

